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V. ALEGRE 150 ANOS – IMAGENS QUE FAZEM PARTE DESSA HISTÓRIA. – DIA DA ÁRVORE ELAS TAMBÉM FAZEM PARTE DA NOSSA HISTÓRIA
UM
PÉ DE CASTANHOLA
Cultivada
como árvore ornamental. Os seus frutos comestíveis, embora um pouco ácidos, são
muito apreciados pelos morcegos. A sua madeira é vermelha, sólida e resistente
à água, tendo sido utilizada para fazer canoas na antiga Polinésia.
Toda
essa preleção pra além de trazer as informações acima a cerca da árvore, retratar
a importância história de algumas dessas árvores.
Não
é nem que servisse como principal alimentação ou até mesmo como lanche, mas o
fruto destas era sim muito apreciado por nossas crianças de décadas passadas. Hoje
com as melhorias na vida de todo mundo já não são em muitos casos, se quer
consumidas. A árvore em si já nem se quer são
mais plantadas, por vários transtornos e desconfortos por elas
trazidos. Por isso poucos exemplares ainda resistem ao tempo em nossa cidade.
Várias delas hora estão sendo trocados pelo arvore Nim, de mais fácil adaptação
crescendo mais rápido com menos transtornos.
Várias
eram as que existiam na nossa cidade onde dificilmente existia uma rua que não
tivesse um ou dois exemplares da referida planta.
Os
prédios públicos e residências para obter o conforto da suas sombras buscavam as
tê-las zeladas.
Na
escola Presidente Castelo, hoje escola Dr Pedro, tanto no seu interior como no
seu exterior tinha essa planta e eram bem grandes. Falo desta por além desta ter
sido a única escola em que estudei, sempre fui vizinho da mesma. Mas a na
maioria das nossas escolas existia essa arvore. Nas residências algumas se
destacaram por suas frondosidades e grandezas. No centro da nossa cidade, na
antiga praça dos motoristas e na residência do Sr Josué Diniz. Na rua Dr. Leandro
na residência de Seu Jocel. Na Rua Cel. Anto. Primo, residência do Sr Lourival
Frutuoso. Na Rua Cel. Pimpim popularmente conhecida como Rua dos Perus, na residência
do Sr, Chico Padeiro.Algumas
arvores decanas, bravamente ainda resistem ao tempo e ao progresso,
destacando-se no centro da cidade, na calçada do Dr. Pedro Sátiro, na residência
da Sra. Balbina Diniz.
E esta acima, quê além de nos retratar a infância de muitos que
residiram nessa artéria da cidade, ou seja, na Rua Cel. Pimpim por na sombra
desta ter brincado ou aproveitado para saborear os seus frutos. Reporta-nos
também àquela pessoa que em seus últimos dias de vida fez desta arvore, verdadeira
amiga companheira. Quantos sonhos, segredos, angústias ou alegrias não puderam terem sido confessados por Fatinha de João Grande, a esta que ainda hoje está ai para
ser testemunha viva da importância que estas árvores tiveram nos 150 anos de
história da nossa cidade.
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