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Natércio Vicente
de Andrade, nascido em 15 de novembro de 1923. Matrimoniou-se com Maria
Rodrigues de Andrade (Dona Mocinha), ambos nascidos na cidade de São Bento-PB.
Em 1949, o casal
veio residir em Várzea Alegre, já trazendo quatro dos doze filhos: Cícero,
Maria das Neves, Maésia, Manoel, Cândida (Fátima), Dalva, Eudinha, Nally (in
memoriam), Solange, Naheston, Vicente (In Memoriam), José Neto (In Memoriam),
todos com sobrenome Rodrigues Andrade.
Foi com ele que
fora iniciada a história das redes varzealegrenses. Pois ao chegar à cidade,
com cinco tias, Titica,
Sulina, Quininha, Maria e Mariquinha, Natércio deu inicio à produção de redes, primeiras
em tear artesanal, numa casa situada na Rua José Alves Ribeiro, bairro Alto da
Prefeitura. Colocava os teares e fazia fios em frente à própria casa, no meio
da rua: uma rede por dia. Em 1954, mudou-se para casa na Rua José Correia
Sobrinho, N0 139, por trás da Igreja Matriz, onde ocupou um dos quartos com os
teares, e continuou a fiar.
Por ele ser um cidadão
de bem, digno para exercer qualquer função, foi este no ano de 1955, nomeado, pelo
então Governador Paulo Sarasate, ao cargo de “PARTIDOR” que era, o serventuário
da justiça para exercer a função em inventários, principalmente quando na ação
exista menores.(veja foto do documento de nomeação).
O mesmo chegou a
ser agraciado com Título de Cidadão Varzealengrense, concedido pela Câmara
Municipal, na pessoa do também de saudosa memória o edil Vereador José Primo de
Morais (Zé Bilé).
Há por aqui ainda
quem lembre até de um pássaro que Seu Natércio possuía um sofreu, que era a sua
prenda preciosa. Quando Natércio chegava em casa que o sofreu ouvia a sua voz,
começava a cantar com alegria, o dono do pássaro abria a porta da gaiola e ele
vinha cantar no seu ombro. Não tinha nenhum negócio para o pássaro. Fizeram
várias propostas milionárias, mas ele rejeitava sempre.
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